As pessoas sentem uma necessidade estranha de vingança, de vencer, de estar melhor que o outro, de além de estar melhor que o outro ver esse outro se dando muito mal.
Provavelmente eu já senti isso. Hoje eu vejo esse tipo de sentimento como algo infantil. Um sentimento tão tolo quanto aquele que tínhamos na infância quando nosso coleguinha não deixava a gente brincar com o brinquedo dele, e então a gente torcia pra aquele brinquedo quebrar.
Parece que é isso que as pessoas sentem. Esse desejo de vingancinha infantil e bobo. Aquela vontade de achar o momento certo de dar uma resposta mal criada pra se vingar de alguma coisa que já aconteceu. E vai ver o que aconteceu, aconteceu apenas na cabeça dessa criatura que cria situações e mais situações na sua vida fantasiosa. Eu vejo essas pessoas como pessoas infelizes, incompletas, amargas, tem uma vida vazia. Suas vidas devem ser tão chatas que tem que criar algo pra movimentar. A pior parte disso é quando querem movimentar sua vida e dar um gostinho de "quebra de rotina" tentando fazer esse joguinho justamente comigo. Antigamente eu poderia até sentir raiva, querer agir da mesma forma. Mas acontece que hoje eu estou tão bem e tenho uma visão mais ampla sobre tanta coisa e até mesmo sobre mim, que eu acho desnecessário trocar qualquer palavra que seja com uma pessoa assim. Eu sinto vontade de rir. Mas é um riso de como quando você vê uma criança falar uma coisa engraçada sem ter consciência que tem graça naquilo, ou quando uma criança leva um tombo e prende o choro.
Sim, sinto pena, sinto muita pena por que essas pessoas perderem tanto tempo com aquilo que não precisa de atenção.
Talvez o que eu esteja escrevendo não tenha sentido nenhum pra quem lê, e pode ser que não faça sentido também quando eu for ler daqui a um ano, mas hoje é o que eu preciso desabafar, já que eu não posso chegar e dizer: poxa, fulana, para um pouco. abre esse rosto, da um sorriso. pergunta pra alguém se ela ta bem. olha pra você e veja se você ta bem. VAI SER FELIZ, FULANA, e me deixa ser também.
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